segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Mitsubishi apresenta a nova Triton SR

Picape estará no Rally dos Sertões e começa a ser vendida hoje



   Divulgação
Preços da picape competitiva partem de R$ 225 mil e podem chegar até R$ 500 mil
Mitsubishi se empolgou com a vitória do Rally dos Sertões no ano passado e irá lançar uma versão comercial de série limitada da Triton SR – cujo protótipo venceu o rali em 2010. A intenção da fabricante é que a nova picape atenda o público de competições, sendo assim, a Triton SR será apresentada oficialmente na prova deste ano, que começa nesta terça-feira (09), em Goiânia, e conduzida pela dupla Reinaldo Varela e Eduardo Bampi, na categoria Pró Etanol.

   Divulgação
Modelo foi projetado para competições
O modelo básico é encontrado pelo preço médio de R$ 225 mil. Já as versões mais completas podem ir de R$ 280 mil a R$ 500 mil. A picape competitiva começa a ser vendida nesta segunda-feira (8) e é equipada com motor a etanol V6 de 3.5 litros, 24 válvulas, que desenvolve 210 cv a 5.000 rpm e torque máximo de 335 Nm a 3.500 rpm, a velocidade máxima é de 175 km/h. O visual apresenta painel com camurça e interior preto e cinza.

O conjunto de suspensão é independente nas quatro rodas e a transmissão é manual de cinco velocidades. O modelo traz também sistema de freios é hidráulico, servo assistido, com discos ventilados nas quatro rodas e pastilhas organometálicas. A direção hidráulica, com pinhão e cremalheira, tem na coluna de direção dispositivo redutor de giro.

domingo, 7 de agosto de 2011

Mercedes SLK fica mais chique na versão 2012


Motor Trend
SLK 2012 tem visual totalmente novo, e chegará ao Brasil pouco após lançamento nos EUA e Europa
A melhor das boas notícias sobre a terceira geração do Mercedes-Benz SLK é que ele não é mais o frangote que era quando começou sua vida há quinze anos. Não que o primeiro SLK não tenha sido um grande sucesso logo de cara, afinal, toda a produção de 1997 foi vendida. A época era certa para um roadster compacto de luxo. Mas oSLK 2012 finalmente parece carregar os mesmos genes nobres que nos deram o icônico 190SL da década de 1950 e a família SL de hoje.
O projetista-chefe Gorden Wagener é sucinto quanto ao desenho do SLK: “Nossa receita para um carro esportivo é muito simples: capô longo, uma cabine que fica visualmente quase em cima do eixo traseiro e uma traseira curta e arisca.” A nova postura agressiva do SLK é dominada por uma grande estrela de três pontas abrindo caminho no meio da grade dianteira ereta, dividida por uma lâmina horizontal cromada. É o novo visual institucional da Mercedes-Benz, e ele é poderoso. Ele também é particularmente esguio – no fim das contas, ajustes no desenho e aerodinâmica do SLK baixaram o coeficiente de arrasto de 0,32 para 0,30.
Motor Trend
Barra horizontal marca nova linguagem visual dianteira do SLK
Uma versão menor daquela lâmina cromada destaca uma entrada de ar encaixada em vincos da carroceria em cada para-lama dianteiro, guiando seus olhos pelos flancos suaves do SLK até as novas lanternas traseiras. Mais perceptíveis à noite, os largos conjuntos horizontais de luzes são compostos exclusivamente de LEDs e envolvem sutilmente os cantos até as laterais. Uma fina faixa de LEDs também passa sobre cada farol, servindo de luzes de uso diurno. Completando o visual viril do SLK, rodas imponentes de 18 polegadas e cinco raios. Nosso carro de testes estava calçado com pneus Continental ContiSportContacts – 225/40 na frente e 245/35 atrás.
A julgar pela rota de testes distribuída por Tenerife, a maior das Ilhas Canárias espanholas, ficamos gratos pelo novo SLK também se comportar melhor do que aquele carro efeminado de antes. A Mercedes adora as Ilhas Canárias para fazer demonstrações para a imprensa. Um dos motivos é que o sol brilhando o ano todo é praticamente garantido. A parte surpreendente é como as estradas são traiçoeiras: de retas, lisas e rápidas até sinuosas, onduladas, estreitas e assustadoras. Você tem que confiar bastante em seu equipamento para convidar hordas de pés-de-chumbo estrangeiros durante quase um mês para judiar de seu novo carro em estradas tão exigentes. Não que os engenheiros da Mercedes sofram de falta de confiança. E a confiança deles fica no lugar certo.

Um carro muito mais robusto do que seu antecessor, o SLK 2012 é baseado na nova plataforma da Classe C, então tudo de bom naquele carro também serve para o roadster. A suspensão de braços múltiplos tem dois níveis de aprimoramentos esportivos – uma suspensão rebaixada com molas e amortecedores mais rígidos, e o pacote Dynamic Handling com amortecedores variáveis controlados eletronicamente que alternam entre os modos esporte e conforto. Mesmo os mais esportivos de nós corremos para o modo conforto quando chegamos ao interior vulcânico da ilha, onde a estreita faixa de asfalto que corta o parque nacional Llano de Ucanca tinha uma qualidade picotada que nos fez procurar nervosamente por sinais de vida no terceiro maior vulcão do mundo. A mudança do modo esporte para o conforto foi imediata e perceptível.
Motor Trend
V6 3.5 litros desenvolve 306 cavalos muito bem aproveitados no conjunto
SLK 350 chegou nos Estados Unidos em junho impulsionado pelo maior dos motores da Classe C – o V6 3.5 litros com injeção direta e duplo comando de válvulas no cabeçote, com 306 cv disponíveis em 6500 rpm. A transmissão automática de sete velocidades 7G-Tronic, que teve uma melhoria considerável, pode ser controlada pelas borboletas no volante ou pela alavanca no console central no modo manual. Mas, deixada à própria vontade, ela é super precisa e bastante rápida no modo esporte, ainda que um pouco mais relaxada no modo econômico.
O motor turbo de 204 cv com quatro cilindros e injeção direta, que é tão prazeroso no novo Classe C, vai chegar no SLK 250 “mais tarde”, com uma transmissão manual de seis velocidades ou com o câmbio de sete marchas do SLK 350 como opcional. Esse turbo de quatro cilindros é um segundo mais lento de 0 a 100 km/h, mas é limitado aos mesmos 250 km/h e tem um consumo urbano/rodoviário estimado 9,8/13,2 km/l contra os 8,5/12,3 km/l do V6. Ainda assim, o motor de quatro cilindros deve ser ainda mais divertido no SLK do que no Classe C. Ele é cerca de 45 kg mais leve e faz o SLK 250 parecer mais ágil, simples e fácil de conduzir nessas serras. Um novo volante com o lado inferior reto foi o instrumento de precisão perfeito com o qual comandar essa condução.
Motor Trend 
A verdadeira sagacidade do SLK é o sistema de motorização do teto conversível. O SLK foi lançado com um teto rígido retrátil, o que ainda é esportivo nos dias de hoje. O equipamento é engenhosamente compacto, dobrando-se tão bem sobre si mesmo que ainda deixa um razoável espaço no porta-malas. Quando o modelo 2004 chegou, a Mercedes acrescentou o brilhante Airscarf, algo como “cachecol de ar” – saídas de ventilação no encosto que sopram ar quente na sua nuca e cabeça, mantendo-o tão confortável com a capota abaixada que cerca de 80% dos SLKs saem da fábrica com esse opcional.
Outra boa novidade, a Mercedes desenvolveu três opções de tetos para o SLK 2012: o teto padrão pintado na mesma cor da carroceria, o panorâmico de vidro e o teto de vidro com a função Magic Sky. Ao toque de um botão, o “céu mágico” desse teto de vidro altera sua transparência. Tanto no modo claro quanto escuro, o vidro eletrocromático bloqueia os raios ultravioletas e infravermelhos. O modo escuro não apenas escurece o interior, ele também consegue deixar os componentes como apoios de braço até 10 °C mais frios.
Motor Trend
Interior ficou ainda mais elegante, mas o espaço interno continua apertado para os mais altos
A estrutura do teto agora é de magnésio, o que economiza seis quilos, e melhorias no mecanismo aceleraram sua operação para vinte segundos (contra 22 antes) e liberaram um pouco mais de espaço no porta-malas (agora são 181 litros com o teto retraído e generosos 286 litros com o teto levantado). Outro novo opcional é o Airguide, que é um anteparo de plástico transparente que gira em cada santantônio para bloquear a turbulência na cabine.
Nunca houve espaço de sobra dentro do SLK e o novo modelo não é diferente. Um passageiro de 1,85 m com pernas de 90 cm mal cabe quando o banco está todo afastado, abrindo mão de poder reclinar para ganhar um precioso espaço para as pernas. Mas os bancos são perfeitamente confortáveis e seguram bem o corpo, com apoios laterais altos e apoios para cabeça eficientes. Novos air bags para a cabeça são incorporados às portas, e as bolsas para o tórax no encosto dos assentos protegem os passageiros em colisão laterais. O Assistente de Atenção monitora motoristas sonolentos, enviando uma vibração pelo volante quando se ultrapassa a faixa delimitadora de pista.
Motor Trend 
Outros novos opcionais do SLK incluem um programa de orientação para estacionamento, uma tela de controle colorida de sete polegadas em lugar da nova tela padrão de 5,8 polegadas, iluminação interna em vermelho ao entrar e sair do carro e faróis bixenônio ativos. A maior parte dos opcionais são encontrados em uma série de pacotes, como de hábito.
De qualquer forma, o SLK já não tem nada de frangote. Seja na aparência, desempenho ou postura. Se você não concorda, talvez você vá querer esperar pela versão bombada AMG. A Mercedes-Benz não especifica sua data de lançamento, mas, quando ela chegar, será realmente uma excelente notícia. 

Acidentes gravados por câmeras na Russia.

Flagras das cameras de trânsito na russia !
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Com emoção e fé, Thiago Camilo vence a Corrida do Milhão em SP


Em prova sensacional, líder do campeonato larga em sétimo e chega em primeiro em Interlagos. Daniel Serra e Max Wilson completam o pódio

Por Alexander Grünwald e Alfredo BokelSão Paulo
Depois de 36 voltas eletrizantes e cheias de alternativa, que arrancaram gritos e aplausos dos torcedores, Thiago Camilo se tornou o mais novo milionário da Stock Car. Líder da temporada, o piloto da RCM Motorsports venceu a sétima etapa, em Interlagos, e embolsou o cobiçado prêmio de R$ 1 milhão. Daniel Serra, em segundo, e Max Wilson, em terceiro, completaram o pódio da terceira edição da Corrida do Milhão.
- Ficamos sem telemetria logo no início da prova. E, para completar, o plug do meu rádio desconectou durante a corrida, então eu não escutava o que o time falava comigo. Pedi a eles que me informassem por placas qual era minha situação em relação aos demais. Usei todos os meus 12 botões de ultrapassagem na primeira metade da corrida, sendo que o último deles foi reservado para a ultrapassagem sobre o Marcos Gomes, que me valeu a liderança - contou o Camilo, que ainda perdeu a direção hidráulica do carro 21 a cinco voltas do fim da prova.
O convidado especial da prova, Jacques Villeneuve, teve participação discreta. Ele largou apenas em 27º, apostou numa estratégia diferente dos demais pilotos e parou logo na sexta volta para reabastecer. O canadense chegou a liderar por algumas voltas antes de fazer a segunda parada e terminou em 18º.
- Não fiquei cansado, porque já corri na Nascar, onde as corridas são mais longas. Achei o carro da Stock Car melhor de guiar em voltas lançadas, como na classificação, mas a corrida foi boa e me diverti - concluiu o campeão mundial de Fórmula 1.
thiago camilo stock car corrida do milhão (Foto: Carsten Horst / Stock car)Milionário: Thiago Camilo vibra intensamente ao sair do carro (Foto: Carsten Horst / Stock Car)
Depois de uma largada sem incidentes, os carros da RBR ganharam posições. Daniel Serra, que largou em segundo, pulou para primeiro, deixando o pole Marcos Gomes para trás. Já Cacá Bueno ganhou duas posições, assumindo o terceiro posto.
A melhor briga do início da prova começou na sétima volta, entre Cacá, Allam Khodair e Thiago Camilo, pela terceira posição. O tricampeão foi ultrapassado pelos dois adversários no mesmo ponto, a entrada da reta, e caiu para quinto.
O safety car interrompeu a corrida na 12ª volta, porque Giuliano Losacco parou em local perigoso. A relargada aconteceu na 15ª volta. Na seguinte, o líder Daniel Serra abriu a série de pit stops entre os ponteiros. Na volta 17, muitos carros foram para os boxes. Pior para Cacá Bueno, que teve uma parada muito demorada, comprometendo a corrida dele.
Prova se define nas últimas 16 voltas
A partir da 20ª volta, uma disputa espetacular entre alguns dos favoritos à vitória começou a definir as primeiras posições. Pilotos como Thiago Camilo, Daniel Serra, Allam Khodair, Marcos Gomes, Max Wilson, Nonô Figueiredo e Popó Bueno alternaram posições, protagonizaram inúmeras ultrapassagens e trocaram tinta no 'S' do Senna até Camilo abrir vantagem sobre o pelotão e passar a administrar o primeiro lugar.
- Mesmo envolvendo muitos pilotos, a disputa pelo primeiro lugar foi muito intensa e, principalmente, muito limpa. Tanto que vou pedir uma porcentagem ao Thiago por causa da manobra de ultrapassagem dele, onde eu acabei aliviando na hora certa - brincou Daniel Serra, vice-campeão da Corrida do Milhão, que teria o prêmio dobrado por um de seus patrocinadores caso vencesse a prova.
thiago camilo stock car corrida do milhão (Foto: Carsten Horst / Stock car)Disputa acirrada: o carro 21 de Camilo puxa o pelotão da frente (Foto: Carsten Horst / Stock car)
Campeão de 2010, Max Wilson se juntou aos carros da frente após uma grande corrida de recuperação. O piloto da RC largou em 30º e já era o quarto na 29ª volta. No fim, ainda ultrapassou Nonô Figueiredo para conquistar um lugar no pódio.
- Diferentemente da classificação, nosso carro estava bom para a corrida, e fiz muitas ultrapassagens, disputando posições com pilotos de todos os pelotões. Mas não posso dizer que minha corrida foi a melhor, porque não fiquei com o milhão - disse Max.
Com folga na liderança da prova, Thiago Camilo se benzeu ao abrir a última volta, pediu pelo rádio a oração de toda a equipe e conduziu com fé o carro 21 até a vitória, a 10ª e mais importante da carreira dele.
Confira o resultado final da Corrida do Milhão:
1.º Thiago Camilo (SP/RCM Motorsports), 36 voltas em 1h06min27s374
2.º Daniel Serra (SP/RBR), a 8s417
3.º Max Wilson (SP/RC), a 13s447
4.º Nonô Figueiredo (SP/Full Time), a 13s623
5.º Átila Abreu (SP/AMG Motorsports), a 20s824
6.º Xandinho Negrão (SP/Full Time), a 23s571
7.º Popó Bueno (RJ/A. Mattheis Motorsport), a 25s442
8.º Ricardo Maurício (SP/RC), a 28s317
9.º Julio Campos (PR/RZ), a 29s225
10.º Antonio Pizzonia (AM/Scuderia 111), a 30s002
11.º Marcos Gomes (SP/Full Time), a 31s234
12.º David Muffato (PR/Boettger), a 31s403
13.º Eduardo Leite (SP/Hot Car Competições), a 31s617
14.º Allam Khodair (SP/Vogel), a 32s214
15.º Ricardo Zonta (PR/RZ), a 32s970
16.º Ricardo Sperafico (PR/Amir Nasr), a 33s294
17.º Rodrigo Sperafico (PR/JF Racing), a 34s732
18.º Jacques Villeneuve (CAN/Mico’s), a 35s290
19.º Valdeno Brito (PB/Full Time), a 35s753
20.º Denis Navarro (SP/Bassani), a 38s173
21.º Alan Hellmeister (SP/Scuderia 111), a 39s944
Não completaram:
Cacá Bueno (RJ/RBR)
Lico Kaesemodel (PR/RCM Motorsports)
Luciano Burti (SP/Boettger)
Tuka Rocha (SP/Vogel Motorsport)
Felipe Maluhy (SP/ProGP)
Alceu Feldmann (PR/A. Mattheis Motorsport)
Rodrigo Navarro (SP/JF Racing)
Giuliano Losacco (SP/Hot Car Competições)
Duda Pamplona (RJ/ ProGP)
Tarso Marques (PR/Amir Nasr)
Diego Nunes (SP/Bassani)
Serafin Jr. (AMG Motorsports)

sábado, 6 de agosto de 2011

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Vídeo: espectador filma explosão no carro de Heidfeld no GP da Hungria

Enquanto os fiscais de pista tentavam apagar o fogo do carro de Nick Heidfeld, na 25ª volta do GP da Hungria, houve uma explosão que atingiu a perna de um deles, que saiu mancando. As imagens foram feitas por um espectador nas arquibancadas de Hungaroring
Um espectador filmou o momento da explosão no carro  de Nick Heidfeld durante o GP da Hungria, prova realizada no último domingo (31) no circuito de Hungaroring. Após ter feito seu segundo pit-stop na 25ª volta da corrida, o bólido do alemão começou a vazar combustível pela lateral, e logo começou o incêndio. Rapidamente, Heidfeld deixou o carro em chamas, que foram contidas pelos comissários de pista, na saída do pit-lane. Um deles foi atingido por uma explosão na lateral esquerda do R31. De acordo com o diário suíço ‘Blick’, ainda não há informações claras sobre os possíveis ferimentos sofridos pelo fiscal de pista.

Teste: a beleza do A7 Sportback está no teto;


Ponto alto do cupê quatro portas da Audi é o desenho de queda suave, que reforça o visual esportivo
Guilber Hidaka
Audi A7 Sportback custa R$ 323.900 e traz motor 3.0 e câmbio de dupla embreagem
Tum! Quando soltei o pedal de freio e mantive o pé direito no fundo, veio a pancada seca. Na sequência, o A7 Sportback disparou na pista de testes de Tatuí. Em 5,7 segundos, alcançou 100 km/h. Em 21,8 s, chegou aos 200 km/h. O ponteiro continuou a subir e, ao fechar o primeiro quilômetro, o cupê de quatro portas e quatro lugares estava a 212,4 km/h. Hora de frear, porque a curva estava próxima. Pressão no freio, suficiente para reduzir a velocidade pela metade, e o A7 contorna a curva a cerca de 100 km/h, sem sustos.
Basta uma volta na pista de testes para o Audi A7 Sportback revelar seus dotes em aceleração, frenagem e estabilidade. O “tum” foi o prenúncio de que o controle de largada estava entrando em funcionamento. Quando ele é acionado, o que se ouve é a pancada dos 44,9 kgfm de torque sendo despejados de uma vez na transmissão, que por sua vez repassa a bronca para as quatro rodas. Antes que você pense, “xi, quebrei alguma coisa”, o cupê já disparou como um tiro.
Provavelmente, você já viu carros tão ou mais rápidos passando pelas páginas da revista e do site de Autoesporte. A diferença é que o A7 não é exatamente uma versão esportiva. Note que ele não traz sobrenomes como R, S, M ou AMG. O A7 Sportback é naturalmente esportivo.
Guilber Hidaka
Para reduzir peso, as portas do A7 Sportback são de alumínio. A aerodinâmica é boa
Tanta agilidade é o resultado de um conjunto mecânico muito bem afinado, que começa no motor. O cupê traz o 3.0 V6 TFSI, que equipa outros carros da marca, caso do A6 e Q7. Para começar, não se deixe enganar pelo “T”. Nesse caso, não há turbo, mas, sim, compressor mecânico. Graças a ele, o V6 rende 300 cavalos e gera torque de 44,9 kgfm já a 2.900 rpm.
Dali, toda essa força chega à transmissão S tronic de sete marchas e dupla embreagem. É ela que consegue transferir com grande velocidade toda a potência às rodas, sem perda de tempo nas trocas. Quando chega ao chão, a tração Quattro faz o resto, distribuindo o movimento para todas as rodas.
Portas podem contribuir para o desempenho? Se forem de alumínio, sim, como no caso das quatro portas do cupê. O A7, que emprega o material também na suspensão, pesa 1.770 kg. Por conta disso, depois de voar na pista de teste, o modelo também fez a alegria do diretor de arte, Ricardo Fiorotto. Coube a ele sair com o cupê para as fotos, e gostou do que viu na rodovia dos Imigrantes: “Subi a serra do Mar em sexta marcha a 120 km/h, mas quando pisei um pouco mais as reduções e as respostas foram imediatas”.
Guilber Hidaka
As belas rodas (aro 19 no modelo testado) lembram hélices. Os grandes discos de freio e os pneus P-Zero garantiram segurança; O cupê ainda ostenta leds nos faróis e nas lanternas e tem aerofólio que sobe acima de 130 km/h